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09/06/2011 Apoio

Moção de apoio aos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, entidade representativa de mais de 2,5 milhões de profissionais da educação básica pública no Brasil, à qual o SINTE - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública do Rio Grande do Norte é afiliado, vem a público manifestar seu irrestrito APOIO à greve dos educadores no Estado, iniciada há mais de 30 dias, por entender que a luta pelo Piso Salarial Nacional do Magistério, por melhores condições de trabalho e pela qualidade social da educação pública é legítima.

Para a CNTE, somente mobilizados e organizados, os/as trabalhadores/as em educação poderão construir uma escola pública gratuita e de qualidade para todos e em todos os níveis e modalidades de ensino. A deflagração de greve é o último recurso usado na luta por melhores condições de trabalho.

Neste sentido, a Confederação espera que a senhora Governadora Rosalba Ciarlini reabra o canal negociação, reconhecendo, na prática, o direito constitucional à livre associação sindical e, consequentemente, o direito de negociar as suas condições de trabalho e perspectivas de carreira para o funcionamento permanente da educação pública.

Assim, a CNTE espera que seja encaminhada, com urgência, uma proposta concreta para as reivindicações da categoria, uma vez que a Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério é uma conquista, não somente para os trabalhadores em educação, mas também para a sociedade brasileira, uma vez que a valorização do educador reflete na melhoria da qualidade da educação.

 

Brasília (DF), 7 de junho de 2011

Roberto Franklin de Leão
Presidente

 

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  • 4 comentários para "Moção de apoio aos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte"
    1. cleiton lisboa 13 de junho de 2011 @ 09:19

      espero que a vitoria não seja so dos professores, mas sim dos funcionarios da educação tambem.

    2. Luís Antônio Alexandre 11 de junho de 2011 @ 01:01

      Na realidade,não aguento mais ouvir a irresponsabilidade e corvadia dessa governadora idiota,querendo de toda maneira enganar a classe educional e a população em geral. No entanto
      ,alegando não ter dinheiro para pagar a
      classe educaçional,porém,Rosa mucha está
      agindo de maneira abitrária e corvade,
      não cumprindo com às suas obrigações.
      Entretanto,vamos ficar alerta
      na próxima eleição,não eleger esse tipo
      de político traidor,que não têm o mínimo
      de compromisso com à população e,princi-
      palmente,com a classe estudantil.

    3. marconi marcolino de lima 10 de junho de 2011 @ 09:59

      Senhores, é com preocupação que mais uma vez mim derijo à vocês. Aqui em Macau(RN), o que ouvimos é que o sindicato está tratando da situação dos professores enquanto da nossa como funcionários não tém nenhuma solução, eu que ainda não recebi nenhuma parcela, acontecendo isso o que iremos fazer. Essas informações é de pessoas ligadas ao sindicato local.
      Lembrando, que, quando surgiu o PCC para os funcionários em Educação os professores foram acometidos de surtos de ira e ficaram torcendo para que nada desse certo.
      Espero uma posição que seja favorável para ,nós também. pois a Educação não é só professores.

      Resposta enviada em 16 de junho de 2011 @ 00:45
      Querido, enquanto eu estiver neste sindicato, jamais deixarei de tratar na mesma condição professor e Funcionários.

    4. Prof. Raimundo Nonato - Apodi 09 de junho de 2011 @ 19:57

      Segundo a CNTE, somos mais de 2,5 milhões de profissionais da educação básica pública no Brasil[...]"
      Pois é! Só com esse número já faríamos uma resolução nesse país. E para resolver de uma vez por toda o problema da Educação Pública do Brasil, como afirma o Senador Cristóvam Buarque, isso só aconteceria através de UMA REVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO.
      A meu ver isso pode e deve começar pelos profissionais que a constitui, pois não pensemos nós que mudanças significativas virão de cima para baixo.
      O descaso com a educação é um fenômno que transcede a esfera estadua. Por esse motivo, greves que surgem aqui, outras que pipocam ali e acolá... não ressolvem nada no aspecto macro. No máximo consegue-se algum paliativo que, daqui há algum tempo (meses, no máximo 1 ano), estará defasado ou não cumprido.
      Acrescente-se a esses 2,5 milhões de profissionais, as suas famílias e daria para promover-se essa revolução que tanto se espera:
      a Revolução da Educação.

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