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02/07/2011 retaliação

SINTE-RN reage a pedido de ilegalidade da greve da educação

Depois de semanas de silêncio absoluto, o Governo se manifestou. Na tarde desta sexta-feira(01) a direção do Sinte recebeu notificação da Justiça, informando do pedido de ilegalidade da greve através de ação judicial.

Para a coordenadora do Sinte-RN, Fátima Cardoso, a medida demonstra a falta de vontade de negociar e a intenção de ignorar a educação do nosso do estado. “Estamos profundamente indignadas com esse ato de desrespeito a luta em defesa da educação pública. Mas não será esta medida que irá inibir a luta da categoria e a ação deste Sindicato” assegura a Coordenadora Geral do Sinte Fátima Cardoso.

O também coordenador geral José Teixeira reforça a indignação da diretoria e explica que a medida será discutida com a categoria em assembleia nesta sexta-feira no Churchill às 8h e 30 minutos. “Vamos nos defender judicialmente e ir ao ataque politicamente, denunciando mais esse desrespeito”, esclarece Teixeira.

Já o coordenador Rômulo Arnaud, comenta que a medida não surpreende já que quando prefeita de Mossoró a hoje governadora não escondeu seu autoritarismo. “É um ataque frontal ao nosso direito de lutar por nossos direitos. Mas acho que a governadora está dando um tiro no próprio pé. Seu governo já detém 59% de rejeição, esse tipo de medida só irá piorar esse quadro”, prevê Rômulo.
 

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  • 38 comentários para "SINTE-RN reage a pedido de ilegalidade da greve da educação"
    1. profissão: professora 05 de julho de 2011 @ 23:09

      SINTE :Como reagiremos juridicamente em relação ao pedido de ilegalidade da greve? precisamos ser rápidos e precisos em nossas ações !!!!!

    2. sergio medeiros 05 de julho de 2011 @ 22:36

      Não podemos desistir da greve sem antes fazer valer nossos direitos no que diz respeito : o plano de cargos e salários reformulado, aprovado e colocado em prática de acordo com a lei do piso salarial. Pois se o governo não quer pagar o piso de R$ 1 187,00 para trinta horas, é justo que tenhamos reduzido nossa carga horária de 30 h para 20 horas semanais; já perdemos algumas batalhas, mas não podemos perder a guerra, haja vista que, estamos reinvindicando um direito adquirido, a luta é para que esses direitos sai do papel e que se tornem de fato realidade no contra cheque dos professores.
      O momento é este, pois temos amparo legal, se for o caso, poderemos mudar a estratégia de greve, só não podemos abrir mão mais uma vez dos nossos direitos.

    3. professora 05 de julho de 2011 @ 21:26

      companheiros a luta deve sim continuar não podemos fraquejar agora devemos lutar unidos até o fim, pois a comquista será de todos.

    4. Janycley penha 05 de julho de 2011 @ 20:38

      Estive pensando, o Brasil, o RN e Natal, lembram as cidades Yroshima, Nagazaki e murutis que parecem respectivamente com Dilma, Rosalba e Micarla, mostrando que estamos à um apertar de botão para ir tudo pelos ares, ou pra ser mais exatos pro buraco, tendo em vista a situação da nossa cidade...É, colegas, nós elegemos essas senhoras pra que elas se virassem contra nós"? Infelizmente é o parece...

    5. Vera Maia 05 de julho de 2011 @ 19:57

      A postura da governadora não me surpreende, só reafirma seu projeto político. Lamento o retrocesso para nosso estado nestes quatro anos.Vamos a luta é o que nos resta.

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