A direção do Sinte se prepara para enfrentar mais uma pauta que representa uma importante conquista para a categoria: a implantação do 1/3 de hora atividade. À luz do acórdão publicado em agosto/2011, pelo Supremo Tribunal Federal, os estados e municípios irão dar muito trabalho para que se garanta essa conquista. O acórdão deixa a resolução para ser feita em duas instâncias.
Essa disputa se inicia com os planos de carreira. No caso do Rio Grande do Norte, como os planos foram feitos com 20% da hora atividade em relação a jornada total de trabalho, será necessário fazer emendas para garantir a passagem para o segundo momento de luta, que é a disputa com o Estado e os Município pela sua implementação.
Isso difere do valor do Piso Salarial que pode ser recorrido diretamente ao Supremo Tribunal Federal, quando Estado e municípios não o pagarem. O recurso para o terço de hora atividade, por sua vez, se dará nos Tribunais de Justiça dos Estados.
A coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, diz que a mobilização do Sindicato será bem mais intensa e de forma incisiva e que a entidade já está fazendo um balanço dos planos de carreira para encaminhar os resultados à sua assessoria jurídica. Nessa parte da luta já estamos antecipados, mas o que de fato queremos é ganhar no processo de mobilização da categoria.
Fátima,gostaria mais que você explicasse sobre a implantação do l/3 de hora atividade,pois até agora não entendi nada. Outra coisa: procure saber e nos informar sobre a promoção vertical,pois há dois anos que espero e nada. Desde já fico na torcida para que isso aconteça. bjos,onica
Resposta enviada em 20 de novembro de 2011 @ 12:13
Querida, sobre o 1/3 é o seguinte: O STF deixou em aberto para os Tribunais de Justiça dos Estados julgarem. Também deve constar nos planos de carreira. O Sinte vai entrar com uma ação. Mas o nosso plano de carreira só consta 20%. Vamos apelar. Quanto a Vertical estou lutando para ver se eles pagam. Já tem 2.700 processos. Um grande abs Fátima Cardoso
Chega gente estamos cansados de lutar por uma coisa que é lei e é descumprida, vamos entrar no ministério público. Ou cumpre ou nos pagam o piso referente a 40 horas que de fato nunca deixamos de trabalhar, e que o governo fatura em cima da educação( nos explora até hoje e ninguém faz nada). Eu fiz concurso para 40hs,não me perguntaram, nem assinei qualquer papel para "redução" de carga horária, passei a ganhar por 30hs, trabalhando 40hs. Ninguém fiscaliza a exploração do governo? Isso está de acordo com a legislação?
Resposta enviada em 20 de novembro de 2011 @ 17:38
Simone querida, não trabalhamos 40 hs. Se fosse 40 horas em sala se aula seria 32 hora aula. A hora atividade é de 20%. A redução foi em função do acúmulo de cargo que quando se tem acima de 60 h. E tanto a capital como no interior do estado a grande maioria se prejudicaria. Ninguém teve subtação de salários. Um forte abs Fátima Cardoso
Já esta passando da hora. Vamos a luta!
não sou sócio do sintern mas queria ser sócio estou muito feliz por ter o sintern lutando pelo plano de carreira dos servidores sou asg e sei que so o sinte preoculpa com nós servidores.quero ser socio.

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