A prefeita de Touros Luciana Farias está pondo em risco o cumprimento do ano letivo naquele município. Isso acontece pela ausência de cumprimento da lei do piso nacional, que obriga os Educadores a reagir. A falta de interesse em resolver a questão é tamanha que a própria gestora se recusou a negociar o cumprimento da lei já no primeiro semestre deste ano.
Quase no final do ano, sem haver resolução do problema, os trabalhadores inconformados deflagraram greve pela segunda vez. Se forem computados os dois momentos de suspensão de atividades, a cifra supera cem dias, mas a administração municipal insiste em fugir do diálogo. Ao contrário, faz ameaças de cortes de ponto aos trabalhadores para que eles voltem às escolas.
Com a falta de acordo, a greve chegou à Justiça e aguarda uma sentença do desembargador Claudio Santos. Para a categoria, o fato de o movimento ter chegado a tal situação pode ser uma boa oportunidade para que a falta de pagamento do Piso Salarial seja avaliada e comprovada pelo Judiciário.
A coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, diz que espera ainda mais da Justiça. “Desejamos também que as contas da prefeitura sejam vasculhadas. O objetivo deve ser saber se os recursos do FUNDEB estão sendo utilizados integralmente e de forma correta e como os outros recursos do município estão sendo aplicados.”, afirmou.
A direção do Sinte convida os pais, alunos e toda sociedade de Touros a defender os interesses da população; a lutar pela valorização dos Professores e, principalmente, pelo patrimônio Público que está sendo destruído pela prefeita.
È LAMENTAVEL QUE A POPULAÇÃO DE TOUROS TENHA UMA GESTORA QUE NÃO VEJA A EDUCAÇÃO COMO PRIORIDADE PARA UM POVO QUE JA É TÃO SOFRIDO .
Resposta enviada em 19 de novembro de 2011 @ 19:22
Belzinha, uma dia é da caça. Outro dia é do caçador. Vamos agir agora como a caça. bjs Fátima Cardoso
É notório quem tem algo errado nessa administração, pois não é apenas a educação que reinvidica seus direitos, sem falar que ninguém vê obra alguma no município, até parece o Governo do Estado onde quem manda é o "marido", como diria o nobre Boris Casoi, "Isso é uma vergonha".

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O Poder Judiciário fez justiça ao decretar a ilegalidade da greve dos educadores de Natal?
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