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28/11/2011 Jurídico

Assistência jurídica abrange núcleos municipais

A direção do Sinte optou por estender os serviços da sua assessoria jurídica aos Núcleos Municipais devido à falta de cumprimento da legislação educacional na maioria desses lugares. Para a coordenadora Geral do Sinte, Fátima Cardoso, essa decisão será muito importante para os núcleos, uma vez que as demandas jurídicas estavam acumuladas. Com a nova relação contratual com os advogados do Sindicato será iniciada uma série de ações relativas à revisão dos Planos de Carreira, ao Piso Salarial, ao terço de hora-atividade, ao cumprimento de direitos funcionais, ao abuso de autoridade cometido por gestores públicos, a representações nos conselhos de controle social e nos conselhos municipais de Educação.

A coordenadora afirma, ainda, que os Núcleos têm sido assistidos pelos dirigentes Assis Silva, Canindé Silva, José Teixeira, Vera Messias, Ionaldo Tomaz, Fátima Costa e a própria Fátima Cardoso. No entanto, quando era necessário iniciar uma ação judicial, ou garantir a participação de um advogado nas assembléias havia uma dificuldade para isso, já que o contrato não tinha essa abrangência.

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  • 8 comentários para "Assistência jurídica abrange núcleos municipais"
    1. JORGE ALVES DE OLIVEIRA 17 de dezembro de 2011 @ 14:54

      Eu gostaria de ter um posicionamento da Assistência jurídica com relação ao pedido do “abono de permanência”. O professor da entrada, se aposenta, e não tem o deferido o seu pleito. De que forma a Assistência jurídica pode contribuir.

    2. JORGE ALVES DE OLIVEIRA 17 de dezembro de 2011 @ 14:40

      O SINTE precisa, urgentemente, se posicionar, juridicamente, contra a forma como os professores são tratados pela administração estadual quando entram com o requerimento para a sua aposentadoria. É uma verdadeira via crucis - A peregrinação de escola em escola para coletar o tempo de serviço, tempo este que, por obrigação, o estado deveria ter já que o ponto deve ser enviado mensalmente pelas escolas nas quais o professor trabalha ou trabalhou. Esta pesquisa torna-se mais difícil quando o professor, após 30 anos de serviço, deve se lembrar de cada uma das escolas que trabalhou e o período. As escolas por sua vez também pecam pela desorganização em seus arquivos. Esta situação é de conhecimento de todos. O funcionário deveria, apenas, requerer a aposentadoria e o estado é que tem a obrigação de fazer a coleta e não o contrário.
      - Gostaria de saber o que Assistência jurídica tem a dizer sobre este assunto.

    3. luana mayre franaç f. garcia 13 de dezembro de 2011 @ 14:21

      olá pessoa, por gentileza gostaria de saber se existe alguma novidade da ação do governo de geraldo melo.

    4. Josete P. Torres 05 de dezembro de 2011 @ 17:22

      Obrigada pela informação.Espera que as próximas,também sejam enviadas.
      Josete.

    5. lenise maciel 30 de novembro de 2011 @ 10:00

      esperamos que essas mudanças realmente aconteçam,que nao seja so mais uma promessa...

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