A imprensa divulgou nesta segunda-feira(21) que a Prefeita Micarla de Sousa pediu a ilegalidade da greve da educação. O sindicato ainda não foi citado pela Justiça, mas a assessoria jurídica já foi acionada para apresentar a defesa.
Segundo a coordenadora do Sinte-RN, Fátima Cardoso, o Sindicato tem certeza de que a greve é legal. “A Prefeita é que está fora da lei. Ela descumpriu o acordo homologado em juízo em 2010 e desobedeceu a Lei que determina o reajuste anual dos salários, sancionada por ela mesma”, denuncia Fátima. A coordenadora lamenta ainda que a prefeita Micarla use mais uma vez desse tipo de manobra para tentar enganar a população.
Já diretora de assuntos jurídicos, Vera Messias, lembra que a Prefeita esta faltando com a verdade também na propaganda veiculada na TV. “Ela diz que apresentou proposta para o Sindicato, mas entregou apenas uma simulação sem nenhum caráter oficial. Até a proposta que deveria chegar à Assembleia do dia 14, foi retirada”, ressalta Vera.
Micarla , não ganha mais nem para síndica de condomínio...fora MICARLA, Natal não merece você como prefeita!!!!!
Precisamos URGENTEMENTE botar uma nota na TV dando nossa versão dos fatos. A população precisa saber a verdade e o outro lado da história.
Esta Lei de Responsabilidade Fiscal, que a prefeita tanto faz questão em falar, deveria valer para os vereadores do Natal (RN), os quais, além de ganhar ordenados extraordinários, em torno de R$ 9.000,00 por mês, passarão, com o aumento de cerca de 61% votado por eles próprios na surdina, a bagatela de R$ 15.000,00, afora os ganhos com verbas para assessores e gabinete, os quais passarão a custar 53.000,00 reais mensalmente para cada vereador aos cofres do município do Natal. Deve ter sido por isto que Micarla, ao se fazer presente na Câmara, recebeu tantos "tapinhas", abraços e beijos! Entretanto, ao lado desta Lei de Responsabilidade deve haver uma outra, a de Responsabilidade Educacional, dado o fato das escolas municipais de nossa cidade estarem em estado de agonia: professores ganhando pior do que em municípios vizinhos, verba de transporte escolar atrasada, CMEI's com falta de merenda, atraso do ROM, algumas escolas não possuem biblioteca e falta de professores. Não bastasse isto, a quebra da palavra da prefeita que assinou um documento ano passado se comprometendo a conceder 15,29% de reajuste salarial ao magistério do Natal. Ela, a prefeita, ao prometer 10,79%, não fala sobre o não envio de documento oficial para os professores nem esclarece que o percentual prometido seria para março. Como acreditar em promessas de alguém que rasgou um acordo firmado ano passado? Por fim, espera-se da justiça uma decisão sóbria a favor da greve, uma vez que, caso contrário, questionaremos o fato de não se pronunciar sobre os desmandos cometidos pela atual administração em relação a infra-estrutura necessária à boa qualidade do ensino em nossa cidade. Do contrário, estará, mais uma vez, a favor da desigualdade social, na medida em que mantém alunos dentro de escolas sem mínimas condições de operacionalidade e com professores mal remunerados e desvalorizados. Está mais do que na hora do Ministério Público abraçar o Ensino Fundamental em nossa cidade, e só fará isto quando cobrar maiores investimentos públicos em educação básica, investimentos estes que passarão, necessariamente, pela revalorização do professor, como, aliás, se faz nos países que prezam pelos seus indicadores educacionais. Até quando, neste sentido, insistiremos em supervalorizar o ensino técnico e superior em detrimento do Ensino Fundamental? Isto é prática de Terceiro Mundo. Os bons professores estão indo embora para outras áreas que os pagam melhor. Chega de valorizar os professores apenas com propagandas "boazinhas" que não revelam nem de perto a sua real condição! Com a palavra agora, a justiça!
A greve é fruto da inoperância do governo em todos os setores da educação municipal, mas infelizmente ainda temos que conviver com a truculência, desrespeito e insensibilidade da prefeitura. Valorizar-nos não é apenas um pedido ou uma concessão, é uma obrigação. Sem contar as inúmeras outras falhas (como estrutura de trabalho, por exemplo). Professores unidos jamais serão perseguidos.
Devemos saber usar mídia e termos uma assessoria jurídica forte para o contra-ataque na justiça.
Dois pesos, duas medidas... E se a no
tícia fosse: "Professora não cumpre a lei" ? Ficaria por isso mesmo?

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O Poder Judiciário fez justiça ao decretar a ilegalidade da greve dos educadores de Natal?
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+55 84 3211 4434
Sindicato dos trabalhadores em
educação pública do RN
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