10/06/2010
Nunca se teve tantas possibilidades de avanços na construção legal de carreira para os Funcionários como se tem agora. Todo um aparato legal foi formado nestes últimos quatro anos. Temos agora mais um eixo de formação em nível superior. Tudo isso é sinônimo de valorização e reconhecimento do profissional que esquecido pelo poder público, não acredita nestas conquistas. E com razão. A construção de muitos anos pelo poder públicou de uma mentalidade atrasada, conservadora nos levou a dezessete anos para se ter a garantia O PLANO DE CARREIRA. A principal disputa será a TABELA DE SALÁRI0S. Esse será o desafio maior, esta será a preocução principal diz Fátima Cardoso. Fiquemos atentas e atentos aos desdobramentos desta luta
(5) Comentários
Tags:
04/06/2010
A poderosa emissora de televisão rede globo, no jornal nacional deste dia 04 de junho , noticia a aprovação e sanção da lei da Ficha Limpa como um feito de uma forte pressão popular. O que me chama a atenção ressalta Fátima Cardoso é a forma de tratar a questão. Parece até que a sociedade é hojé detentora de uma consciência crítica capaz de compreender a importaância da escolha de seus representantes e o projeto que se apresenta. Se assim fosse manifestaria em muitas ocasiões a decisão de usar instrumentos cidadãs e de mobilização popular para derrotar carreristas e oportunistas que fazem da política seu laboratório pessoal e utilitarista. A ficha limpa não será suficiente nem o único instrumento para combater a corrupção ou ainda a aplicação de uma penalidade política., é preciso que o povo brasileiro combine o valor deste recurso social e manifeste uma outra exigência: Um projeto em cada município, estado e na união que reuna elementos fundamentais , princípios que garantam a soberania do nosso país. Conclue Fátima Cardoso
(1) Comentários
Tags:
04/06/2010
A poderosa emissora de televisão rede globo, no jornal nacional deste dia 04 de junho , noticia a aprovação e sanção da lei da Ficha Limpa como um feito de uma forte pressão popular. O que me chama a atenção ressalta Fátima Cardoso é a forma de tratar a questão. Parece até que a sociedade é hojé detentora de uma consciência crítica capaz de compreender a importaância da escolha de seus representantes e o projeto que se apresenta. Se assim fosse manifestaria em muitas ocasiões a decisão de usar instrumentos cidadãs e de mobilização popular para derrotar carreristas e oportunistas que fazem da política seu laboratório pessoal e utilitarista. A ficha limpa não será suficiente nem o único instrumento para combater a corrupção ou ainda a aplicação de uma penalidade política., é preciso que o povo brasileiro combine o valor deste recurso social e manifeste uma outra exigência: Um projeto em cada município, estado e na união que reuna elementos fundamentais , princípios que garantam a soberania do nosso país. Conclue Fátima Cardoso
(0) Comentários
Tags:
04/06/2010
A coordenadora geral do Sinte classifica a disputa na Assembléia Legislativa ,como uma disputa de poder eleitoral que passa a ser merecedera da atenção do funcionalismo público e da sociedade. Não por acaso acontece esse jogo de interesses. Algo que não mais poderia acontecer. Afinal quem está sendo prejudicada é a sociedade. E mais o funcionalismo não pode ser prejudicado. Os projetos de educação não podem parar. A sociedade não suporta mais esta briga que a cada conjuntura se repete. Fiscalizar é tarefa de todo cidadão. Em julho não interessa essa disputa queremos o reajuste dos 7.15%, avisa Fátima Cardoso
(0) Comentários
Tags:
01/06/2010
Em sua edição de domingo, 23, o jornal "Folha de S. Paulo" fez ampla matéria sobre a saúde dos professores da rede estadual de ensino de São Paulo. Longe de abordar um problema "novo", a reportagem confirma o que a APEOESP vem denunciando há anos, inclusive com base em pesquisa de 2003 sobre as condições de trabalho e as consequências à saúde dos professores.
Realizada durante o XIX Congresso Estadual da APEOESP, a pesquisa mostrou que 75% dos professores ministram aulas para classes com mais de 36 alunos, sendo 32% com mais de 41 alunos (73% apontaram a superlotação das salas de aula como um dos fatores que interferem no seu desempenho). Mostrou também que 45% dos professores precisam manter outra atividade fora da rede estadual de ensino para complementar o salário; 63% consideraram regulares ou péssimas as condições de suas salas de aula.
São fatores como esses que levam os professores a adoecer. Quase 40% responderam que já precisaram afastar-se do trabalho por motivos de saúde e as doenças relacionadas ao trabalho mais citadas foram, pela ordem: estresse, problemas na voz, tendinite e, também, bursite e depressão. A incidência dessas doenças foi confirmada por diagnósticos médicos. Entre as manifestações e sintomas que os professores disseram sentir no momento da pesquisa estão cansaço, nervosismo, problemas com a voz, dores nas pernas, ansiedade, dores de cabeça, dores na coluna, além de 11 outras manifestações.
Nossa pesquisa foi, à época, solenemente ignorada pelo governo estadual e também pela grande mídia. A matéria da "Folha", baseada em pesquisa realizada pela professora readaptada Maria de Lourdes de Moraes Pezzuol, com financiamento da Secretaria Estadual da Educação, reafirma os mesmos dados: o magistério paulista sofre com a falta de condições de trabalho, a falta de uma política de prevenção e tratamento de saúde e com a desqualificação de seu trabalho, promovida justamente por quem deveria tomar as providências para equacionar os problemas apontados, ou seja, o próprio Estado.
Ainda de acordo com a reportagem, o governo anunciará um programa de prevenção e eventual tratamento para os professores, mas que ficará restrito aos docentes da capital. "Achamos importante que existam nas escolas equipes com médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, nutricionistas e enfermeiros, mas são necessárias soluções preventivas e estruturais, como o fim da superlotação das salas de aula; redução da jornada de trabalho sem redução salarial; ampliação do espaço e melhoria da acústica nas salas de aula e disponibilização de microfone aos professores; substituição das lousas a giz e outras", comentou a presidenta da APEOESP, Maria Izabel Azevedo Noronha.
Fonte: Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo.
(0) Comentários
Tags:
Saúde