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27/04/2011

O momento da categoria é de total inquietação

Por: Fátima Cardoso

O momento da Diretoria do Sindicato é de Total disposição de arrancar a tabela salarial que consta no projeto de Lei de revisão do Plano de Carreira dos (as) Educadores (as) e a implantação do plano de carreira dos funcionários.

Nenhuma das explicações dadas convence a Diretoria do Sinte. Estamos profundamente insatisfeitos diante das respostas evasivas do governo. Vivemos em um estado que cresce consideravelmente, que saiu dos patamares de mediocridade na sua arrecadação, mas não consegue enxergar que para se tornar auto-sustentável é necessário investir em educação.

Tem sido uma trajetória difícil, mas os Trabalhadores em Educação mostram cada ano mais a sua força. E essa força soma-se a do (a) aluno (a) e dos pais e mães, que sabem o que é falácia e o que é verdadeiro. A assembleia com o caráter de avaliar a ausência de resposta não terá outro caminho se não o indicativo de greve.

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  • 18/04/2011

    “É preciso arrumar a casa”. Até quando?

    Seis meses pós-eleição, 100 dias de governo e a velha retórica: é preciso arrumar a casa. As justificativas são pouco convincentes. De burocracia em burocracia só sobra para o servidor público pagar a conta. Mas o que questionamos é o modelo de gestão.

    Até o momento, nem calendário de pagamento existe. Se o Estado arrecadou nos últimos três meses R$1 bilhão e 600 mil é possível imaginar que, daqui para frente, a arrecadação terá um bom desempenho.

    Na Educação temos urgência na Valorização Salarial dos Professores e Funcionários, bem como na melhoria das escolas e nos investimentos em relação ao pessoal. O concurso que foi vetado pela administração é o mais evidente sinal de que o governo ainda não está pensando nos alunos e alunas.

    Mas para tudo há um “salvo-conduto”. Advertimos que a sociedade não pode viver de espera. Estamos realmente preocupados com os discursos feitos pelos representantes do governo em audiências. Mas nossa categoria é consciente do seu papel e sabe onde e quando deve atuar. Este Sindicato não irá passar o tempo todo esperando que a casa seja arrumada.

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  • Tags: Governo Estadual
  • 18/04/2011

    A cidade precisa combater não só a dengue, mas Micarla de Souza também

    Por: Fátima Cardoso

    Parece até brincadeira. A prefeita assume que não foi capaz de coordenar o processo de organização de combate à dengue. Não justifica que a nossa mão-de-obra local esteja tão aquém da tecnologia que o instituto contratado por R$8 milhões para atuar por três meses na nossa cidade possa obrar o milagre.

    Terceirização já é a cara da Prefeita, que não faz outra coisa se não arrombar os cofres públicos do nosso município. Agora dá para entender porque a Câmara Municipal deixou uma margem tão alta de remanejamento no orçamento. E o preço dessa contratação? Quanto está valendo os buracos da cidade? Quanto vale os esgotos a céu aberto? Quanto vale a falta de assistência às favelas? Quanto valerá uma nova ação de combate a dengue depois desses 3 meses? O que fez o seu mandato, prefeita? O que está fazendo? Que maneira grotesca de justificar a falta de responsabilidade pública!

    Toda cidade vive o caos e já se sabia por esses agentes de saúde dos riscos que corremos. Vergonhosa a falta de recursos quando se trata de investir nos nossos agentes e em tecnologia de combate. Irritante e uma afronta a quem pensa, reflete e analisa como a Prefeita faz da cidade uma cidadela imbecilizada e cheia de seres inoperantes. Cadáveres ambulantes. A reação popular virá não é no voto é em juízo em busca de respeito e, acima de tudo, do zelo com o patrimônio do povo.

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  • 11/04/2011

    Dívida da prefeitura de Natal chega a R$127 milhões

    Por: Fátima Cardoso

    O que a sociedade pode entender e como pode compreender a administração Micarla de Souza? Ela recebeu a prefeitura com um saldo de R$10 milhões. Não publicou em nenhum jornal ou declarou pela televisão que havia débitos que comprometessem sua administração. Não deixou de arrecadar. Não deixou de receber o Fundo de Participação dos Municípios e recebeu outros recursos federais de projetos e convênios.

    Como se zerou o cofre a ponto da dívida do município chegar R$127 milhões em apenas 2 anos e dois meses? Foi a crise? Somos uma ilha onde o desequilíbrio brutal, demolidor gerou tantas dívidas. A educação vem padecendo das dívidas não pagas. Quer sejam os educadores, quer sejam os funcionários, quer seja o proprietário de uma casa alugada para funcionar uma escola, quer seja o cartório.

    Mas, o Secretário de Planejamento diz que o rombo é corriqueiro. Tudo muito simples! E o melhor: se tem a solução. Isso, na verdade, se resume a fazer empréstimos ou mostrar a situação minimizada. A população que pague o preço de uma administração que não consegue explicar que diabo de crise é essa.

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  • Tags: Natal
  • 05/04/2011

    Um dia a casa Cai

    Por: Fátima Cardoso

    Quem pensa que vai viver na eterna impunidade tire o cavalinho da chuva. Chega um momento em que a sociedade colhe os frutos de sua indignação.
    Em Alagoas, a polícia Federal prendeu 14 pessoas envolvidas em desvio do dinheiro público. Imagine: o dinheiro que vinha do governo federal para a compra de merenda estava servindo para uma quadrilha em 13 municípios comprar bebida alcoólica e até ração para cachorro!

    Essa fraude aconteceu entre 2007 e 2009. Vamos fiscalizar, denunciar. Esse é o verdadeiro papel do cidadão. Esse tipo de ação é um estímulo para procurarmos as formas corretas de interferir em desmandos praticados pelo poder público.

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  • Tags: Fraude
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