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04/03/2011

Relações de gênero: sugestões de atividades para as Escolas

 

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  • 28/02/2011

    Quanto custa um deputado?

    Se não quiser se indignar é melhor não saber. Mas se for forte o suficiente para conhecer a informação ela está aí: R$1.000.150 ao ano. É isso mesmo, um milhão, cento e cinquenta mil reais. É esse o valor que a sociedade paga por um deputado estadual no Rio Grande do Norte.

    Enquanto isso, os rendimentos anuais de um professor graduado são de R$12 mil. Mas o deputado acha que tem muito peso sobre os seus ombros. Acha também que está tudo funcionando muito bem para a sociedade.

    Queremos ver qual será o posicionamento dos deputados quando chegar à assembleia o projeto de lei de revisão do Plano de Carreira do Magistério. Será que eles vão dizer que o governo não pode atender a reivindicação? Será que eles vão pensar que a Lei de Responsabilidade Fiscal só vale para os servidores? É esperar para ver.

    Por: Fátima Cardoso

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  • 24/02/2011

    Fique por dentro: Gratificação por Mérito Educacional

    A Gratificação por Mérito Educacional (GME) é uma bonificação dada aos funcionários da Educação que estão nas Escolas. O benefício foi incorporado ao salário dos educadores com a implantação dos Planos de Carreira. Para os demais trabalhadores, o valor pago se mantém sob a forma de gratificação.

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  • 23/02/2011

    Em dois Anos Micarla já está no quarto secretário

    A crítica é o caminho para se fazer uma análise. No município do Natal, como se não bastasse a crise em que se encontram as escolas e os Centros Municipais de Educação, agora temos que refletir sobre essa troca de secretários. Para a coordenadora Geral do Sinte, Fátima Cardoso, os servidores não têm nada contra o Profissional que será indicado, a crítica é sobre o tipo de compromisso que a prefeita tem com a educação. “É lamentável que nos dois últimos anos não se tenha avançado na educação municipal e no momento em que se desenhava um planejamento para a área há uma nova troca de secretário”, avalia.

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  • 22/02/2011

    Responsabilidade Fiscal X Responsabilidade Educacional

    Esta Lei de Responsabilidade Fiscal, que a prefeita tanto faz questão em falar, deveria valer para os vereadores do Natal (RN), os quais, além de ganhar ordenados extraordinários, em torno de R$ 9.000,00 por mês, passarão, com o aumento de cerca de 61% votado por eles próprios na surdina, a bagatela de R$ 15.000,00, afora os ganhos com verbas para assessores e gabinete, os quais passarão a custar 53.000,00 reais mensalmente para cada vereador aos cofres do município do Natal.

    Deve ter sido por isto que Micarla, ao se fazer presente na Câmara, recebeu tantos "tapinhas", abraços e beijos! Entretanto, ao lado desta Lei de Responsabilidade deve haver uma outra, a de Responsabilidade Educacional, dado o fato das escolas municipais de nossa cidade estarem em estado de agonia: professores ganhando pior do que em municípios vizinhos, verba de transporte escolar atrasada, CMEI's com falta de merenda, atraso do ROM, algumas escolas não possuem biblioteca e falta de professores.

    Não bastasse isto, a quebra da palavra da prefeita que assinou um documento ano passado se comprometendo a conceder 15,29% de reajuste salarial ao magistério do Natal. Ela, a prefeita, ao prometer 10,79%, não fala sobre o não envio de documento oficial para os professores nem esclarece que o percentual prometido seria para março. Como acreditar em promessas de alguém que rasgou um acordo firmado ano passado? Por fim, espera-se da justiça uma decisão sóbria a favor da greve, uma vez que, caso contrário, questionaremos o fato de não se pronunciar sobre os desmandos cometidos pela atual administração em relação a infra-estrutura necessária à boa qualidade do ensino em nossa cidade.

    Do contrário, estará, mais uma vez, a favor da desigualdade social, na medida em que mantém alunos dentro de escolas sem mínimas condições de operacionalidade e com professores mal remunerados e desvalorizados. Está mais do que na hora do Ministério Público abraçar o Ensino Fundamental em nossa cidade, e só fará isto quando cobrar maiores investimentos públicos em educação básica, investimentos estes que passarão, necessariamente, pela revalorização do professor, como, aliás, se faz nos países que prezam pelos seus indicadores educacionais.

    Até quando, neste sentido, insistiremos em supervalorizar o ensino técnico e superior em detrimento do Ensino Fundamental? Isto é prática de Terceiro Mundo. Os bons professores estão indo embora para outras áreas que os pagam melhor. Chega de valorizar os professores apenas com propagandas "boazinhas" que não revelam nem de perto a sua real condição! Com a palavra agora, a justiça!
     

    Autor: Oziel de Medeiros Pontes
     

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  • Tags: Protesto
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